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SINDICATO DOS TRABALHADORES DA PRODUÇÃO, TRANSPORTE, INSTALAÇÃO E DISTRIBUIÇÃO DE GÁS CANALIZADO DO ESTADO DE SÃO PAULO

Por direitos trabalhistas, empregos e contra a violência, vote Haddad 13

26/10/2018
Nessa reta final da campanha eleitoral para a presidência do Brasil consolida-se uma tendência para o crescimento da candidatura de Fernando Haddad e forte aumento da rejeição ao candidato Bolsonaro. Essa mudança de clima eleitoral já foi captado pelos diferentes institutos e deve ser confirmado a partir da divulgação dos novos números das pesquisas.

Essa alteração favorável à candidatura Haddad se dá principalmente porque os eleitores começaram a conhecer melhor Bolsonaro que até então se mantinha afastado do embate público protegido que estava pela recuperação após o episódio da facada. Aliás, os eleitores de Bolsonaro votarão no escuro porque somente aos poucos os planos desse candidato vão sendo conhecidos em entrevistas do seu vice, o general Mourão e nas intenções reveladas pelo seu filho, Eduardo Bolsonaro.

É incompreensível que alguns trabalhadores tenham a intenção de votar em Bolsonaro. Ele é contra os direitos trabalhistas e já disse que, uma vez no governo, radicalizará a reforma trabalhista, assim como o seu vice declarou alto e em bom som que sua chapa é contra direitos como o 13º salário, o adicional sobre as férias e os direitos das empregadas domésticas, por exemplo.

Também não se compreende como algumas mulheres optem por Bolsonaro que em inúmeras ocasiões usou de violência verbal sem paralelo contra profissionais do sexo feminino e já expressou sua convicção misógina de que elas devem ganhar menos porque dão à luz.

Além dessas questões, Bolsonaro já expressou ser favorável a um amplo leque de dispositivos autoritários e de uma violência extrema, tais como a perseguição a adversários, a tortura, a liberação do porte de armas para a população, a volta dos militares ao poder, o fechamento do Supremo Tribunal Federal e do Congresso Nacional. Ademais, o candidato também já manifestou publicamente e inúmeras vezes suas posições preconceituosas e discriminatórias contra negros, índios, quilombolas, gays e pobres. Além disso, são reprováveis suas intenções para a educação, o funcionalismo público, as empresas e riquezas
nacionais. Portanto, somente pessoas mal-informadas e sem apreço pela democracia e pela Pátria podem votar em Bolsonaro.

Com essa reviravolta nas intenções de voto, a democracia está vencendo o ódio. O desejo de desenvolvimento e crescimento econômico com inclusão social está vencendo o egoísmo e a exploração. A liberdade vencendo a opressão e a censura. A paz e o respeito à diversidade vencendo a violência, o preconceito e a discriminação.

Nós, trabalhadores, temos lado nesta eleição. Nosso voto deve ir para quem defende os nossos direitos, para aquele que já se comprometeu com a pauta do movimento sindical e essa candidatura é a de HADDAD.
O Sindgasista, bem como todo o movimento sindical, defende o VOTO EM HADDAD. As sete centrais sindicais assumiram esta candidatura por ser comprometida com a revogação da reforma trabalhista, com o crescimento com inclusão social, a criação de empregos de carteira assinada, a preservação do patrimônio público e do meio ambiente e o atendimento à pauta dos trabalhadores.

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