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SINDICATO DOS TRABALHADORES DA PRODUÇÃO, TRANSPORTE, INSTALAÇÃO E DISTRIBUIÇÃO DE GÁS CANALIZADO DO ESTADO DE SÃO PAULO

MARCHA DAS MARGARIDAS POR DIGNIDADE NO CAMPO E NA CIDADE, MARGARIDAS MARCHAM EM BRASÍLIA

08/08/2019
Acontece nos dias 13 e 14 de agosto, em Brasília, mais uma Marcha das Margaridas. Na sexta edição do encontro que ocorre a cada quatro anos desde 2000, o lema será “Margaridas na luta por um Brasil com soberania popular, democracia, justiça, igualdade e livre de violência”.
A atividade organizada por mulheres do campo, das florestas e das águas é fundamental inclusive para quem vive na cidade. De cada 10 alimentos que abastecem a mesa dos brasileiros, sete vem de propriedades familiares que tem sofrido graves ataques no governo
de Jair Bolsonaro.
Neste ano, o BNDES (Banco Nacional do Desenvolvimento Econômico e Social) suspendeu o
repasse de verbas em cerca de R$ 800 milhões para op Pronaf (Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar), o que impacta diretamente na produção da comida no país.
Diante da importância desse encontro, as gasistas da ativa e aposentadas estarão representadas na luta em defesa de políticas públicas voltadas à soberania alimentar para toda a sociedade, pela construção de um projeto popular de produção sustentável e de defesa dos direitos humanos e do meio ambiente.
A expectativa é que ao menos 100 mil pessoas se reúnam nesta mobilização que levará uma
plataforma com proposições para nortear a atuação do governo federal em defesa de uma melhor qualidade de vida para os brasileiros, tanto os que produzem, quanto aqueles que
se alimentam dessa produção.
(box) Somos todas Margarida A Marcha das Margaridas adotou esse nome em homenagem à líder sindicalista e rural Margaria Alves, assassinada em 12 de agosto de 1983, na Paraíba, por conta da luta que travava em defesa dos direitos trabalhistas.
Presidenta do Sindicato dos Trabalhadores Rurais de Alagoa Grande, Margarida moveu mais de
70 ações contra usinas de cana de açucar pela exploração de trabalhadores da região e tinha como lema “melhor morar na luta do que de fome”.
 
SOMOS TODOS MARGARIDAS
A Marcha das Margaridas adotou esse nome em homenagem à líder sindicalista e rural Margaria Alves, assassinada em 12 de agosto de 1983, na Paraíba, por conta da luta
que travava em defesa dos direitos trabalhistas.
Presidenta do Sindicato dos Trabalhadores Rurais de Alagoa Grande, Margarida moveu mais de
70 ações contra usinas de cana de açúcar pela exploração de trabalhadores da região e tinha
como lema “melhor morar na luta do que de fome”.
A cada quatro anos, mulheres de todo o Brasil saem de suas cidades para se unir na capital federal e mostrar que sua luta não foi em vão e que um Brasil mais democrático e sustentável é um sonho possível.
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