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SINDICATO DOS TRABALHADORES DA PRODUÇÃO, TRANSPORTE, INSTALAÇÃO E DISTRIBUIÇÃO DE GÁS CANALIZADO DO ESTADO DE SÃO PAULO

CUT dá continuidade à organização da Greve Geral

10/10/2016
Em reunião da Direção Executiva Nacional, no dia 26 de setembro, com a participação dos representantes das direções das CUTs Estaduais e dos Ramos, a CUT avaliou os resultados do
“Dia Nacional de Paralisações e Mobilizações”, organizado no dia 22 pela CUT e pelas demais Centrais Sindicais, em defesa dos direitos sociais e trabalhistas ameaçados pelo governo
golpista de Michel Temer, em defesa da soberania nacional, contra as privatizações e a entrega do Pré-sal às multinacionais.
 
A CUT resistiu ao golpe organizando, com a Frente Brasil Popular e a Frente Povo Sem Medo, inúmeras manifestações de massa contra a ação das forças golpistas e seu projeto de restauração neoliberal. Ao mesmo tempo, iniciou o processo de construção da greve geral,
mobilizando suas bases para objetivo:  NENHUM DIREITO A MENOS!
 
Em torno desta bandeira, a CUT uniu trabalhadores/as do campo e da cidade, do setor público e do setor privado. O que está em jogo não são apenas os direitos conquistados ao longo de
décadas de luta, mas o destino do País e o futuro da classe trabalhadora.
 
Na preparação da Greve Geral, foi definida a estratégia de acumulação progressiva de forças que teve como primeiro marco o dia 22 de setembro. Greves, paralisações parciais, passeatas,
panfletagens, debates e outras atividades ocorreram em todo o Brasil, demonstrando a vontade de luta da classe trabalhadora para a deflagração da greve que deve paralisar o País.
 
O sucesso da Greve Geral depende ainda de um trabalho mais intensivo de conscientização de todos os trabalhadores.
Há motivos de sobra para a indignação como a reforma da Previdência, a retirada de direitos (terceirização irrestrita, prevalência do negociado sobre o legislado, flexibilização do contrato
de trabalho), a reforma regressiva do Estado prevista na PEC 241 e no PL 257, além da recente MP da “reforma do Ensino Médio”.
 
A reunião reafirmou a necessidade de construção da unidade de ação com as demais centrais sindicais na construção da Greve Geral tendo como mote as palavras de ordem: “Nenhum direito a menos, Rumo à Greve Geral, Fora Temer, Diretas já com assembleia constituinte para a Reforma Política”.
 
A Executiva ampliada também indicou para o início de novembro, entre os dias 8, 9 e 10, duas mobilizações: o Dia Nacional de Paralisação dos Metalúrgicos em defesa dos empregos e direitos em 29 de setembro; e o Dia Nacional de Luta contra o Desmonte do Estado Brasileiro -
contra a PEC 241 – já neste dia 5 de outubro, com concentração de manifestantes em Brasília.
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